Na Praça Saraya, na
Faixa de Gaza, centenas de militantes do
Hamas cercaram o veículo de transporte da Cruz Vermelha que levava três reféns de volta para casa, depois de viverem um inferno durante 471 dias no cativeiro. As mulheres receberam de "brinde" uma sacola de papel com o logotipo das
Brigadas Al-Qassam contendo "presentes e souvenirs", além de um certificado intitulado "decisão de libertação". Sob coerção, foram forçadas a sorrir de "gratidão" pela "hospitalidade". Muitas aspas necessárias. Um jogo sádico, cruel e doentio de manipulação psicológica não só das reféns, mas da população como um todo.
Leia mais (01/24/2025 - 17h07)