Brasil terá disque-denúncia e sistema para monitorar ocorrências de violência escolar

Lei que cria serviço foi sancionada pelo presidente Lula e publicada nesta quinta-feira (3). Disque-denúncia funcionará em todo o país, com ligações gratuitas. Lei cria sistema de monitoramento de violência escolar Eduardo Paiva / TV Globo O presidente Lula (PT) sancionou uma lei que cria um sistema nacional para monitoramento de violência escolar, além da implantação de um disque-denúncia para ocorrências do tipo. O texto foi publicado em edição do Diário Oficial da União desta quinta-feira (3). Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram A lei é de autoria do ex-deputado federal Paulo Bengston (PTB) e foi aprovada pelo Senado em julho. Em tese, o Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (SNAVE) será responsável por mapear ocorrências de violência escolar e prestar apoio a instituições de ensino consideradas violentas. Caberá também ao serviço criar programas educacionais para a formação da cultura da paz. Outra função do SNAVE será de prestar apoio psicossocial às vítimas de violência escolar. A lei estabelece que o governo crie um disque-denúncia para que as pessoas possam relatar casos de violência ou situações de risco. As ligações serão gratuitas e funcionarão em todo o país. Além disso, o sistema também receberá informações por outros meios, como pela internet. Brasil tem histórico de alto índice de violência escolar: veja dados sobre agressão contra professores Combate Nos últimos meses, o governo tem criado ações para tentar impedir o avanço da violência escolar. Medidas passaram a ser adotadas principalmente após os ataques em escolas de São Paulo (SP) e Blumenau (SC). Em julho, o governo anunciou o repasse de R$ 170 milhões para o programa Escola Segura. O projeto foi criado em abril com o objetivo de reforçar a segurança em centros de ensino, com ações como: patrulhas escolares; cursos de capacitação para profissionais da área de segurança; cursos que contemplem o acolhimento, escuta ativa e encaminhamento para a rede de proteção às crianças e adolescentes; pesquisas e diagnósticos; fortalecimento da investigação e monitoramento cibernéticos. VÍDEOS: tudo sobre política

Brasil terá disque-denúncia e sistema para monitorar ocorrências de violência escolar

Lei que cria serviço foi sancionada pelo presidente Lula e publicada nesta quinta-feira (3). Disque-denúncia funcionará em todo o país, com ligações gratuitas. Lei cria sistema de monitoramento de violência escolar Eduardo Paiva / TV Globo O presidente Lula (PT) sancionou uma lei que cria um sistema nacional para monitoramento de violência escolar, além da implantação de um disque-denúncia para ocorrências do tipo. O texto foi publicado em edição do Diário Oficial da União desta quinta-feira (3). Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram A lei é de autoria do ex-deputado federal Paulo Bengston (PTB) e foi aprovada pelo Senado em julho. Em tese, o Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (SNAVE) será responsável por mapear ocorrências de violência escolar e prestar apoio a instituições de ensino consideradas violentas. Caberá também ao serviço criar programas educacionais para a formação da cultura da paz. Outra função do SNAVE será de prestar apoio psicossocial às vítimas de violência escolar. A lei estabelece que o governo crie um disque-denúncia para que as pessoas possam relatar casos de violência ou situações de risco. As ligações serão gratuitas e funcionarão em todo o país. Além disso, o sistema também receberá informações por outros meios, como pela internet. Brasil tem histórico de alto índice de violência escolar: veja dados sobre agressão contra professores Combate Nos últimos meses, o governo tem criado ações para tentar impedir o avanço da violência escolar. Medidas passaram a ser adotadas principalmente após os ataques em escolas de São Paulo (SP) e Blumenau (SC). Em julho, o governo anunciou o repasse de R$ 170 milhões para o programa Escola Segura. O projeto foi criado em abril com o objetivo de reforçar a segurança em centros de ensino, com ações como: patrulhas escolares; cursos de capacitação para profissionais da área de segurança; cursos que contemplem o acolhimento, escuta ativa e encaminhamento para a rede de proteção às crianças e adolescentes; pesquisas e diagnósticos; fortalecimento da investigação e monitoramento cibernéticos. VÍDEOS: tudo sobre política